Mostrando postagens com marcador caminhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caminhos. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Poemando - Atitudes Difusas
Rebelam-se ideias instigando soluções: imediatas, futuras e talvez determinantes.
Direciona-se para um caminho: incerto, inóspito, rústico, indelicado.
Tomam-se as atitudes e recebemos outras como reação.
Julgar? Ignorar? Revidar?
Voltemos à natureza...
Busquemos o sossego de um bosque.
A possibilidade de novas conexões neuronais.
Ao som da água correndo, com os primeiros raios de um novo dia, ou com a brisa de uma noite fresca.
Voltemos à natureza...
Aproveitemos nossos corpos...
Correr, suar, gritar, chutar.
Fatores fundamentais para extravasar.
Auxiliando a não pensar, ou pelo menos pensar de outra forma.
Busquemos a tranquilidade em nosso interior inquieto.
O discernimento dos fatos.
Percebamos a efemeridade da vida e apenas vivamos!
Vivamos...
Olhe do alto, de onde se pode observar o mar, céu, areia, onde possa lembrar; relembrar, reviver, agradecer, como se fosse a primeira vez.
Respiremos...
Descobrir outros caminhos para descer, subir, entrar e sair.
Respiremos...
Para que assim possamos nos acalmar, relaxar, “distencionar”, com intensão, mas não vamos esquecer que atitudes difusas sempre existirão.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Quedas, direções, caminhos...
Particularmente não tenho um motivo exato para estar aqui hoje, acho que quem escreve, ou gosta disso, pode me entender. Muitas vezes queremos, estamos com vontade, porém não vem, não que não tenha nada para ser dito, porém por ter tantos assuntos talvez não tenha certeza de qual direção seguir.
Aliás seguir uma direção torna-se muito complexo ao longo de nossas vidas. Estamos sempre tomando decisões e escolhendo caminhos e quais seriam as melhores direções a serem tomadas.
Essa ideia de caminhos para serem tomados poderiam ser interpretados com a letra de uma música do Lobão, "A Queda":
Quantos sonhos em sonhos acordo aterrado
A terrores noturnos minha alma se leva
É um insight soturno é o futuro passando
A terrores noturnos minha alma se leva
É um insight soturno é o futuro passando
Na velocidade terrível da queda
Na velocidade terrível da queda
Na velocidade terrível da queda
Ante o colapso final a vertigem
próximo ao chão a penúltima descoberta
Que a lógica violenta das cores tinge
próximo ao chão a penúltima descoberta
Que a lógica violenta das cores tinge
A velocidade terrível da queda
A velocidade terrível da queda
A velocidade terrível da queda
Como cair do céu é tão simples
Queda que a tudo e a todos transtorna
Ah! as bombas, a chuva, os anjos e seus loucos
Queda que a tudo e a todos transtorna
Ah! as bombas, a chuva, os anjos e seus loucos
O mundo todo na velocidade terrível da queda
O mundo todo na velocidade terrível da queda
O mundo todo na velocidade terrível da queda
Resvalando em abismos um pôr do sol furioso
Que a sensação de perda ao ver exagera
É o desespero vermelho de um apocalipse luminoso
Que a sensação de perda ao ver exagera
É o desespero vermelho de um apocalipse luminoso
Ejaculado da velocidade terrível da
queda
Ejaculado da velocidade terrível da queda
Ejaculado da velocidade terrível da queda
Diante do medo um sorriso aeróbico
Nas bochechas a câimbra de uma alegria incompleta
Nada como um sorriso burro e paranóico
Nas bochechas a câimbra de uma alegria incompleta
Nada como um sorriso burro e paranóico
Para não perceber a velocidade terrível da
queda
Para não perceber a velocidade terrível da queda
Para não perceber a velocidade terrível da queda
As quedas (as novas direções) só podem ser entendidas no momento em que conseguimos obter as clarezas que nos levam para está direção e nesse instante que compreendemos (ou pelo menos temos um horizonte) dos rumos de nossa vida.
É neste instante, principalmente nesta data, que não posso deixar de lembrar do falecimento do meu pai, ainda não tenho explicações para o acontecimento, mas acredito que nossa vida é uma sucessão de quedas e através delas que aprendemos e amadurecemos nela. São os momentos autorizados para que possamos evoluir criar novas espectativas e outras perspectivas.
Dessa forma aparecem as direções e podemos escolher os caminhos.
Vale aqui uma citação de Jean - Jacque Rousseau em "Emílio ou Da Educação", "viver não é respirar é agir...o homem que mais viveu não é o que contou maior número de anos, mas aquele que mais sentiu a vida." (ROUSSEAU, 2004, p. 16).
Sinta a sua vida, independente se ela trazer dor ou alegria, sinta as quedas, perceba "Como cair do céu é tão simples" lembre-se que próximo ao
chão existe a penúltima descoberta e aprenda que essas quedas tem objetivos e não deixe de agir perante a vida, estimule-se a refletir...pensar...criticar...
Assinar:
Postagens (Atom)

