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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Poemando - Atitudes Difusas
Rebelam-se ideias instigando soluções: imediatas, futuras e talvez determinantes.
Direciona-se para um caminho: incerto, inóspito, rústico, indelicado.
Tomam-se as atitudes e recebemos outras como reação.
Julgar? Ignorar? Revidar?
Voltemos à natureza...
Busquemos o sossego de um bosque.
A possibilidade de novas conexões neuronais.
Ao som da água correndo, com os primeiros raios de um novo dia, ou com a brisa de uma noite fresca.
Voltemos à natureza...
Aproveitemos nossos corpos...
Correr, suar, gritar, chutar.
Fatores fundamentais para extravasar.
Auxiliando a não pensar, ou pelo menos pensar de outra forma.
Busquemos a tranquilidade em nosso interior inquieto.
O discernimento dos fatos.
Percebamos a efemeridade da vida e apenas vivamos!
Vivamos...
Olhe do alto, de onde se pode observar o mar, céu, areia, onde possa lembrar; relembrar, reviver, agradecer, como se fosse a primeira vez.
Respiremos...
Descobrir outros caminhos para descer, subir, entrar e sair.
Respiremos...
Para que assim possamos nos acalmar, relaxar, “distencionar”, com intensão, mas não vamos esquecer que atitudes difusas sempre existirão.
domingo, 13 de maio de 2012
Devaneios
Ambiente estimulante para pensar...
Porém a cabeça não para de girar!
Muitas tarefas, muitas coisas para cumprir, muita atenção para prover...
Sei que...
Sei que vou conseguir.
Sinto cansaçõ, sinto dor, sinto pavor, mas tudo isso representa uma foma de representar a vida.
Vida..
Vida pela qual precisamos passar, caminhar.
Talvez tudo isso pareça apenas devaneios, ideias sobrevoadas, com visões muito mais longínquas, sem conseguir um foco preciso, um alvo exato, um ponto para ser pinçado.
Apenas escrevendo, pensando, vivendo, para sentir algo que não é simples de ser descrito, exato, concreto de ser falado...
Pinçar aquilo que realmente vale a pena, o que pode realmente fazer parte do algo tão profundo e grande, apensar de sua especificidade.
Para continuar o processo de viver, precisamos retornar, ter eternos retornos, não somente a nossa família, mas a tudo aquilo que parece ser inicial e ao mesmo tempo primordial, o eterno retorno para sentir...
Porém, como diria Nietzsche, para conquistar e chegar no ponto exato, é necessário passar pelo sofrimento, pela dor, pelo esforço... Muito esforço...
Mas a questão é: sentir para que? Senit o que?
Em que mundo vivemos, o que queremos e principalmente, por que vivemos?
Você já pensou nisso, algum dia?
E se já pensou em algum dia... Já pensou isso no dia de hoje?
Quantas ideias...
Ambiente estimulante para pensar...
Porém a cabeça não para de girar!
Muita informação, muitas falas, muitas ideias, Filosofia, Política, Arte, Literateura, Música, Poesia...
Em que ponto parar?
Para que tanto bla bla bla?
Onde queremos chegar?
Parece que a paisagem passa, as imagens passam e eu aqui... Tentando correr atrás de tudo isso que não volta mais...
Tudo parece ser mais rápido do que minha possibilidade de chegar, mais rápido do que minhas pernas podem aguentar, mais rápido do que minha mente pode pensar...
Ambiente estimulante para pensar...
Porém a cabeça não para de girar!
Cantar, dançar, poetizar, pensar, falar, filosofar, simplesmente viver...
Viver?
Simplesmente viver???
Não... Não tão simplesmente assim.
Tanta informação, tanta possibilidade, tantas necessidades, muitos "quereres" sem poderes, muitas potências e poucos atos...
Estafado...
Esgotado...
Finalizado...
Porém o fim é sempre um novo começo, dessa forma, que chegue ao final, que esse pensamento pare momentanemente. Para que possamos ter um novo começo, que pode voltar para o ponto do mesmo início:
"Ambiente estimulante para pensar...
Porém a cabeça não para de girar!"
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