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domingo, 23 de outubro de 2011

Dicas do corpo, para a vida e da vida!



Bom galera como o blog tem a ideia de fazer vocês refletirem um pouco mais vou dividir um texto que recebi e que está no blog "Amar faz bem":

Quando a boca cala... o corpo fala!!!

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!

Realmente nosso corpo da sinais de uma esperteza e as vezes nos surpreende...
Aproveito para colocar aqui um vídeo com 12 conselhos científicos para uma vida mais "interessante":


Carboidratos, aceitar o corpo, dormir, amigos, errar, cantar, enrolar, pele, amar, abraçar, bichos, idade, teorias...
De repente pode funcionar!!!
;)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O tal amor...


Olá meus leitores... Se você é um leitor desse blog, muito obrigado, mas se esse for seu primeiro texto, espero encontrá-lo mais vezes por aqui, pois assuntos diversos não faltam.
Hoje vou trabalhar um tema proposto por minha querida prima Camilla que por sinal está bombando em acessos no seu thumbrl (www.suit-dreams.tumblr.com – twitter @camistanus)! Pedi para que ela me sugerisse um tema e veio “amor”... Será que isso teria uma leve relação com seu atual estado afetivo? Bom, isso não vem ao caso no momento, vou me deter ao tema.
Amor, fala sério... Pelo menos em algum momento da vida você já parou pra pensar ou alguém perguntou pra você:
“- Mas o que é o amor?”
E dessa questão nascem diversas outras do tipo:
- Como definir o amor?
- Mas que tipo de amor está falando?
E algumas afirmações:
- Eu amo meu cachorro!
- Eu amo futebol!
- Eu amo minha mãe!
Uma infinidade de afirmações relacionadas com o tal “amor”. Porém desses questionamentos e dessas afirmações podemos tirar algumas ideias.
Parece um pouco, talvez muito, claro que o amor não é exatamente um “ser” com um corpo, uma cabeça, olhos, mas um sentimento (nossa que novidade não?!). Está certo, mas não sendo um “ser”, não existe uma definição exata, ainda mais por existir alguns tipos de amores, ou seja, o que eu sinto pelo meu cachorro, será diferente pelo que sinto pela minha mãe, que será diferente do que sinto por um amigo e assim sucessivamente.
Então que merda é essa das mulheres (não estou sendo machista, apenas ouvi isso mais de mulher do que de homens) ficarem perguntando:
“-Ai será que ele me ama do mesmo jeito que eu amo ele?”
Ei!!! Esquece o jeito que ele te ama, ou deixa de amar, e vai amar do seu jeito.
Outra questão que sempre está presente nessa discussão é:
“- Ahhh, mas amor que é amor de verdade, nunca acaba!”
Minha querida e meu querido, pode ter certeza, que tudo um dia pode acabar! A melhor certeza que você pode ter é que não vale à pena ter certeza de nada! Na melhor das hipóteses a pessoa vai te amar até o fim da vida, ou seja, depois que ela morrer não vai mais existir aquele amor! (Ok trágico, porém real!)
Vamos para uma questão mais filosófica e talvez mais trágica do a ideia anterior. Platão definia amor como algo que nós nunca iremos possuir, por isso ele é um cara interessante para quando seu namorado (a) cobrar você com relação ao seu amor.
Realizando uma leve pesquisa no Wikipédia podemos achar amor como: afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido ... ufa ... Aja significado pra uma coisa só não?! O principal é que todas essas idéias relacionam-se aos nossos sentimentos e como eu mesmo já escrevi, eles são nossos, dessa forma não vale a pena querer que o sentimento dos outros sejam iguais aos nossos, ou pelo menos parecido com o que nós temos.
O fato é: definir o que é amor não é agora matemático, não existe a menor exatidão para isso, assim sendo, poupe-se de mais esse questionamento em sua vida, existem coisas mais necessárias para buscarmos definições, o amor existe para ser vivido!
Finalizo aqui com uma mini piadinha sobre o tema que achei em um dos escritos da minha prima:
Apenas pros corretos no português entederem...
— É, meu caro amigo. Meus sentimentos aumentaram. Eu amo ela.
— Eu a amo.
— Você também?!
— Idiota…
Ahhh até que a piadinha é boa vai... e caso você tenha achado levemente interessante o texto, tem um outro, um pouco mais profundo, sobre uma visão de amor que tenho certeza que você nunca leu antes em: http://comodidadedahumanidade.blogspot.com/2010/10/entre-vida-e-morte.html
E se você tem algum outro tema inspirador pode me mandar!!! Prima, estou esperando o próximo!!!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Entre a Vida e a Morte




Você já acordou inspirado em um dia e começou a tentar descobrir o sentido da vida?
Não exatamente o motivo de viver, mas quais são os sentidos para estarmos aqui nesse momento, neste exato momento?
Após reflexões intensas,acredito não ter chegado à conclusão alguma e você leitor dirá:
“Claro que não chegou, seria uma reflexão um tanto quanto complexa, que muitos já pensaram, pensam e continuarão buscando reflexões em relação à vida.”
Tudo bem, eu concordo que não seja tarefa simples, direta e exata para ser respondida em apenas algumas reflexões intensas, quiçá em uma única vida. Isso se for única mesmo, enfim, são muitas as possibilidades.
E agora chega aquele momento crucial em que você dirá:
“Mas o que ele está querendo dizer com tanta coisa? Só chovendo no molhado?”
Bom, consigo hoje compreender que no momento em que damos um tempo para a vida “caminhar”, conseguimos entender os propósitos pelos quais ela nos apresenta, dessa forma,  tudo aquilo que temos vontade de realizar e fazer acontecer, desenvolvem-se naturalmente, como é o próprio fluxo natural da vida. Tudo de forma natural.
Ao discutirmos e pensarmos sobre a vida, ao pensarmos nos nossos sonhos, desejos, vontades, tentando descobrir os mistérios que a envolvem, conseguimos definir uma e, apenas, uma certeza: em algum momento morreremos.
Sim, meu caro amigo, parece trágico, absurdo e totalmente oposto, nesse momento em que refletimos sobre a vida, falar da morte, por bem ou por mal, é a certeza que temos, e o melhor de tudo, é que não temos necessidade de refletirmos tanto para chegarmos a essa resposta.
Com certeza, os mistérios pós-morte seria fonte de uma inesgotável discussão, mas a exatidão que vem da vida é a morte.
Agora começa a melhor parte, não estou me referindo à morte, mas sim, à união de vida e morte.
“Como assim?” Você perguntará.
Na verdade uma vez me apresentaram essa realidade e hoje tenho o prazer de compartilhar com vocês leitores.
No momento exato que nascemos, já começamos a morrer. É uma contagem regressiva que não sabemos exatamente em qual número começa, mas existe algo nessa história que poucos se dão conta. Entre a vida e a morte existe uma palavra mágica, sem ela nada mais consegue funcionar de forma adequada. Essa palavra é amor.
Isso mesmo! Entre vida e morte é fundamental a existência do amor, perceba a própria composição das palavras unidas vidAMORte, é o amor que está nesse meio.
Demoramos muito para descobrir essa simples relação entre as duas palavras, demoramos demais para conseguirmos viver com mais intensidade e amor, perdemos tempo e gastamos energia para tentar acelerar o nosso tempo ou, muitas vezes, atrasá-lo, mas se tivermos um propósito firmado em nossas mentes, é só viver com amor e tudo caminhará mais calmamente.
Simplesmente viver e viver simplesmente são as idéias que necessitamos para caminharmos com tranquilidade.
vidAMORte, pense nisso!